Especialidade de Vôlei Respondida

em 7 de abril de 2019

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Especialidade de Vôlei, se você não tem, vem conferir e não esquece de compartilhar com seus amigos, a divulgação de vocês me ajuda muito!

Especialidade de Vôlei.



1. Conhecer o regulamento atualizado da FIVB (Federação Internacional de Vôlei) e relacionar as 8 regras principais do vôlei.

O vôlei é iniciado após a execução do saque, situação em que o jogador do saque tem 8 segundos após o apito do árbitro para sua execução, sendo permitida apenas uma única tentativa de saque.

Sempre que uma equipe adversária sacar e sofrer um ponto, a equipe atacante deve fazer um rodízio na posição dos atletas na quadra.

Os atletas de defesa não podem atacar na área de ataque e nem bloquear, exceto com a bola abaixo da borda superior da rede.

Cada equipe só pode tocar a bola três vezes seguida, sendo que a bola tocada no bloqueio não é considerada como toque.

Aos jogadores não é permitido atacar a bola que está no espaço de campo da equipe adversária.

No bloqueio, os bloqueadores podem tocar a bola além da rede, não podendo deixar que sua ação interfira no golpe de ataque da equipe adversária.

A bola é considerada fora quando toca o solo fora das linhas demarcatórias, as antenas, cabos, ou quando cruza o espaço fora das antenas.

O jogador não pode tocar em qualquer parte da rede.

2. O que significa a expressão "fair play"?

R: Fair Play significa jogo justo, jogar limpo, ter espírito esportivo, em português. Fair Play é uma expressão do inglês que significa modo leal de agir.

3. Definir os seguintes termos:

a) Ace.
R: Saque que toca imediatamente o solo do oponente ganhando um ponto a favor do time.

b) Antena.
R: São varas flexíveis com 1,8 metro de comprimento e 10 milímetros de diâmetro, fabricadas em fibra de vidro ou material similar.

c) Aquecimento.
R: Sequência de exercícios físicos que têm por finalidade preparar o organismo dos atletas para as atividades físicas mais intensas.

d) Barreira.
R: Um jogador ou grupo de jogadores da equipe sacadora faz(em) uma barreira ao mover(em) os braços, saltar(em) ou deslocar(em)-se para os lados, durante a execução do saque, ou por permanecem agrupados para encobrir a trajetória aérea da bola.

e) Bloqueio.
R: É a ação dos jogadores próximos à rede para interceptar a bola vinda do adversário, estendendo-se acima do bordo superior da rede, não importando a altura que é feito o contato com a bola. Somente aos jogadores da linha de frente é permitido completar um bloqueio, desde que no momento do contato com a bola, parte do corpo esteja mais alta que o topo da rede.

f) Bola de graça.
R: É a bola enviada para quadra contrária sem oferecer nenhuma dificuldade ao adversário.

g) Bola dentro.
R: A bola é “dentro” se, em qualquer momento de seu contato com o solo, alguma parte da bola toca a quadra de jogo, incluindo as linhas de delimitação.



h) Bola fora.

R: Considera-se bola fora quando:
1) Todas as partes da bola que entram em contato com o solo estão completamente fora das linhas de delimitação da quadra.
2) Toca um objeto localizado fora da quadra de jogo, o teto ou uma pessoa que não esteja em jogo.
3) Toca a antena, as cordas de sustentação da rede, os postes ou a parte da rede localizada além das faixas laterais.
4) Cruza o plano vertical da rede por fora do espaço de cruzamento, de forma total ou parcial, excetuando-se no caso da regra 10.1.2
5) Cruza, completamente, o espaço inferior abaixo da rede.

i) Bola presa.
R: É a expressão dada quando a bola fica momentaneamente presa entre os bloqueadores de ambas as equipes. Normalmente, nesses casos o 1º árbitro anula o ponto.

j) Dois toques.
R: Um jogador toca a bola duas vezes consecutivas ou a bola toca, consecutivamente, várias partes de seu corpo.

k) Golpe de ataque.
R: Todas as ações que enviem a bola para o adversário, excetuando o saque e o bloqueio, são consideradas como golpes de ataque.

l) Jornada nas estrelas.
R: É um tipo específico de saque por baixo, em que a bola é acertada de forma a atingir grandes alturas.

m) Levantador.
R: É quem estabelece o sistema ofensivo da equipe.

n) Líbero.
R: Jogador especializado nas defesas das cortadas e nas recepções dos saques. Joga com uniforme diferente podendo entrar e sair do jogo sem, contudo, contar como substituição.

o) Manchete.
R: Passe realizado com os antebraços ao invés das mãos.

p) Match point.
R: Último ponto do jogo.

q) Peixinho.
R: Tipo de defesa que consiste em defender a bola utilizando o mergulho.



r) Quatro toques.

R: Falta cometida pela equipe quando a mesma toca 4 vezes na bola, sendo que o limite é três.

s) Rally.
R: É a sequência de ações de jogo ocorridas desde o momento em que o saque é executado pelo jogador sacador até o momento em que a bola é considerada fora de jogo. Rally completo é a sequência de ações de jogo as quais, ao final, resultam em um ponto. Isso inclui: 1) a aplicação de uma penalidade e 2) perda do serviço devido à falta no saque por ultrapassar o limite de tempo (8 segundos).

t) Rede.
R: Entrelaçado de fios, de espessura e materiais diversos, formando um tecido de malhas com espaçamentos regulares.



u) Rodízio.

R: Mudança do sacador e, consequentemente, de todos os jogadores de uma equipe no sentido horário.

v) Saque.
R: É o ato de colocar a bola em jogo, executado pelo jogador de trás à direita, posicionado na zona de saque.

w) Saque viagem.
R: Conhecido como o saque forte, em que o jogador eleva a bola, corre e a corta em direção à quadra adversária, como se fosse um ataque.

x) Set.
R: Cada parte na qual se divide o jogos. No total são 5, dos quais, os 4 primeiros são de 25 pontos e o último de 15.

y) Set point.
R: É a última jogada do time para ganhar o set.

z) Tempo técnico.
R: Este é um tempo especial e obrigatório, além dos tempos de descanso, que permitem a promoção do Voleibol, análise do jogo e proporcionar oportunidades comerciais adicionais



aa) Toque apoiado.

R: Dentro da área de jogo não é permitido a um jogador apoiar-se em um membro de sua equipe ou qualquer estrutura/objeto para golpear a bola.

4. Demonstrar e compreender as diferentes habilidades exigidas em cada posição do vôlei.

Item prático.
5. Demonstrar habilidade razoável nas seguintes áreas:

a) Empunhadura.
b) Saque.
c) Passe.
d) Levantamento.
e) Ataque.
f) Bloqueio.

6. Passar pelo menos 4 horas ajudando uma pessoa menos habilidosa ou mais jovem a melhorar suas habilidades no vôlei.

Item prático.



7. Jogar ao menos 5 partidas de vôlei com a família ou amigos. Mostrar "fair play" durante seus treinos e jogos.

Item prático.

8. Escrever um relatório de uma página sobre um famoso jogador de vôlei. Discutir porque ele é ou não é um bom modelo Cristão.

Adenízia Ferreira da Silva
Nascida em Ibiaí, Adenízia foi adotada por uma família amiga da mãe de Governador Valadares aos 2 anos, já que seu pai havia saído de casa e a mãe morrido de um aneurisma. Aos dez anos, foi convidada por um olheiro do Clube Filadélfia para jogar vôlei. Um ano depois, foi convidada a fazer parte da equipe de vôlei do Cenec de Domingo Martins, Espírito Santo nos Jogos Regionais Capixabas. Passou também pela equipe BCN/Bom Jesus, da cidade de Joinville, Santa Catarina.

No ano de 1999, com apenas 13 anos de idade, a atleta se transferiu para o BCN/Osasco, onde atua até hoje. Em 2005, aos 18 anos e já treinando com a equipe adulta de José Roberto Guimarães, até considerou desistir do vôlei em 2005 se sentindo intimidada pelo alto nível do plantel. Luizomar de Moura, então técnico da seleção brasileira juvenil (e eventual substituto de Guimarães no Osasco) convenceu-a do contrário. Adenízia desde então chegou a nove finais consecutivas da Superliga, com títulos em 2005, 2010 e 2012. Também foi campeã Sul-Americana e Mundial de Clubes.

Com diversas participações nas seleções de base do Brasil, sendo campeã do Mundial Sub-20 em 2005, Adenízia teve sua primeira convocação para a seleção adulta em 2009, como parte da renovação do técnico José Roberto Guimarães. Naquele mesmo ano venceu o Campeonato Sul Americano, a Copa Pan-Americana, a Copa Final Four, o Grand Prix, e o Montreux Volley Masters. Foi parte da equipe campeã olímpica nos Jogos Olímpicos de Verão de 2012.

Fora das quadras, Adenízia é modelo fotográfica, tendo assinado com a agência paulistana L'Equipe em 2012. Temporada 2016/2017 foi jogar na Europa, no clube italiano Scandicci, onde foi destaque no bloqueio na liga italiana.

Temporada 2017/2018 Renova com seu clube, novamente convocada para o novo ciclo olímpico, Adenizia é campeã olímpica em Londres 2012. Em 2017 é campeã no Torneio de Montreux e do Grand Prix onde também foi um destaque.

Ela não pode ser considerada um bom modelo cristão pelo simples fato de que ela não é uma cristã, não dá para ser um modelo de algo se você não pratica esse.

9. Discutir com seu líder, pastor ou instrutor os problemas enfrentados pela juventude Adventista do Sétimo Dia no ensino fundamental, ensino médio e faculdade. Que alternativas existem para permitir uma atividade esportiva contínua?

R: Muitas vezes por sermos adventistas somos motivos de chacota e/ou exclusão em atividades em grupos ou jogos extra horário de aula. Principalmente por essas atividades serem muitas vezes marcadas para o sábado.

A alternativa é conversar com a sala, explicar a nossa religião e pedir para mudar o dia de jogo. Caso não der certo, pode-se montar um time com o pessoal da igreja e ir jogar.

10. Desenharem escala uma quadra de vôlei com seus limites adequadamente definidos. Informar as dimensões da rede de vôlei e respectiva altura de instalação.

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Especialidade enviada pela desbravadora Thayres, obrigada! 


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Lembre de adicionar suas respostas ao relatório, fiz ele no word para que você pudesse editar do seu jeitinho. Qualquer dúvida, me procurem!

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