Especialidade de Prevenção de Doenças Tropicais Respondida

em 22 de abril de 2019

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Especialidade de Prevenção de Doenças Tropicais, se você não tem, vem conferir e não esquece de compartilhar com seus amigos, a divulgação de vocês me ajuda muito!

Especialidade de Prevenção de Doenças Tropicais.



1. Responder as seguintes questões:

a) O que são doenças tropicais?

R: São doenças infecciosas que ocorrem unicamente nas regiões tropicais e subtropicais (o que é raro) ou, mais seguidamente, são ou mais difundidas nos trópicos ou mais difíceis de prevenir e controlar.

b) Listar, pelo menos, 5 doenças tropicais comuns em sua região.

R: Malária, febre amarela, dengue, doença de Chagas e leishmaniose

2. Pesquisar e explicar as seguintes doenças, informando: transmissão, sinais e sintomas, tratamento, como preveni-las e combatê-las:

a) Malária.
R: Também chamada paludismo, impaludismo ou maleita, é uma doença infecciosa transmitida por mosquitos e provocada por protozoários parasitários do gênero Plasmodium. A doença é geralmente transmitida através da picada de uma fêmea infectada do mosquito Anopheles, a qual introduz no sistema circulatório do hospedeiro os microrganismos presentes na sua saliva, os quais se depositam no fígado, onde maturam e se reproduzem. A malária manifesta-se através de sintomas como febre e dores de cabeça, que em casos graves, podem progredir para coma ou morte.

b) Febre amarela.
R: É uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por mosquitos contaminados, caracteriza-se clinicamente por manifestações de insuficiência hepática e renal, que pode levar à morte em cerca de uma semana. Outros sintomas são: febre, cansaço, mal-estar, dor de cabeça e dor muscular, náuseas, queda do ritmo cardíaco, prostração e vômito com sangue. A transmissão da enfermidade não é feita diretamente de uma pessoa para outra. Para isso, é necessário que o mosquito pique uma pessoa infectada e, após o vírus ter se multiplicado (nove a 12 dias), pique um indivíduo que ainda não teve a doença e não tenha sido vacinado. Uma vez infectado em área silvestre, a pessoa pode, ao retornar, servir como fonte de infecção para o Aedes aegypti, principal transmissor da febre amarela urbana.

c) Leishmaniose.
R: Doença infecciosa, porém, não contagiosa, causada por parasitas do gênero Leishmania. É transmitida ao Homem pela picada de fêmeas de insetos dípteros flebotomíneos, que compreendem o gênero Lutzomyia (chamados de “mosquito palha” ou birigui, no continente americano) Os parasitas vivem e se multiplicam no interior das células que fazem parte do sistema de defesa do indivíduo, chamadas macrófagos. Há dois tipos de leishmaniose: leishmaniose tegumentar ou cutânea e a leishmaniose visceral ou calazar. A leishmaniose tegumentar caracteriza-se por feridas na pele que se localizam com maior frequência nas partes descobertas do corpo. Tardiamente, podem surgir feridas nas mucosas do nariz, da boca e da garganta. Essa forma de leishmaniose é conhecida como "ferida brava". A leishmaniose visceral é uma doença sistêmica, pois, acomete vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea. Esse tipo de leishmaniose acomete essencialmente crianças de até dez anos; após esta idade se torna menos frequente.

d) Dengue.
R: É uma doença tropical infecciosa causada pelo vírus da dengue, um arbovírus da família Flaviviridae, gênero Flavivírus e que inclui quatro tipos imunológicos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, dores musculares e articulares e uma erupção cutânea característica que é semelhante à causada pelo sarampo. Em uma pequena proporção de casos, a doença pode evoluir para a dengue hemorrágica com risco de vida, resultando em sangramento, baixos níveis de plaquetas sanguíneas, extravasamento de plasma no sangue ou até diminuição da pressão arterial a níveis perigosamente baixos. A dengue é transmitida por várias espécies de mosquito do gênero Aedes, principalmente o Aedes aegypti. O vírus tem cinco tipos diferentes e a infecção por um deles dá proteção permanente para o mesmo sorotipo e imunidade parcial e temporária contra os outros três. Um contágio subsequente por algum tipo diferente do vírus aumenta o risco de complicações graves no paciente. Como não há vacina disponível no mercado, a melhor forma de evitar a epidemia é a prevenção, através da redução ou destruição do habitat e da população de mosquitos transmissores o Aedes aegypti e da limitação da exposição a picadas.

e) Doença de Chagas.
R: É uma doença transmissível causada por um parasito e transmitida principalmente através do inseto “barbeiro”. O agente causador é um protozoário denominado Trypanosoma cruzi. No homem e nos animais, vive no sangue periférico e nas fibras musculares, especialmente as cardíacas e digestivas. Os barbeiros abrigam-se em locais muito próximos à fonte de alimento e podem ser encontrados na mata, escondidos em ninhos de pássaros, toca de animais, casca de tronco de árvore, montes de lenha e embaixo de pedras. Nas casas escondem-se nas frestas, buracos das paredes, nas camas, colchões e baús, além de serem encontrados em galinheiro, chiqueiro, paiol, curral e depósitos. Transmissão: a transmissão se dá pelas fezes que o “barbeiro” deposita sobre a pele da pessoa, enquanto suga o sangue. Geralmente, a picada provoca coceira e o ato de coçar facilita a penetração do tripanossomo pelo local da picada. O T.cruzi contido nas fezes do "barbeiro" pode penetrar no organismo humano, também pela mucosa dos olhos, nariz e boca ou através de feridas ou cortes recentes existentes na pele. Podemos ter ainda, outros mecanismos de transmissão através de: transfusão de sangue, caso o doador seja portador da doença; transmissão congênita da mãe chagásica para o filho via placenta; manipulação de caça (ingestão de carne contaminada) e acidentalmente em laboratórios.

3. Explicar como eliminar os seguintes depósitos, evitando proliferação dos mosquitos:

a) Pneus.
R: Jogar fora pneus velhos.

b) Garrafas.
R: Virar garrafas com a boca para baixo.

c) Vasilhas de animais.
R: Lavar a vasilha de água do bicho de estimação regularmente

d) Caixa d'água.
R: Manter fechadas tampas de caixas d’água e cisternas.

e) Bromélias ou plantas que acumulam água.
R: Mantê-las penduradas de forma que não acumule aguá.

f) Pratinho de vasos de planta.
R: Eliminar esse prato, lavá-lo regularmente ou colocar areia.

g) Tonel ou dorna.
R: Tampar.

h) Calhas.
R: Checados todos os meses.

i) Tampinhas, latas e pequenas vasilhas descartáveis.
R: Despreza-las após o uso.

j) Bandeja externa de geladeira.
R: Limpar diariamente.

4. Completar as seguintes tarefas:

Item prático.

a) Participar, junto com o Clube, unidade ou escola, de uma campanha contra a dengue em seu bairro.

b) Fazer uma coleta de recipientes que possam acumular água parada em praças e ruas da sua comunidade e eliminá-los corretamente.

c) Adquirir folhetos com informações sobre as principais doenças tropicais e distribuírem seu bairro ou escola.

d) Eliminar corretamente o lixo de sua casa por uma semana.

e) Ajudar um idoso de seu bairro a manter sua residência livre de depósitos que acumulem água, realizando as seguintes tarefas:

Orientar como manter a residência livre de possíveis focos de mosquitos.
Informar sobre cuidados e sintomas das doenças pesquisadas
Fazer limpeza da residência, coletar e eliminar depósitos inservíveis.




5. Com a ajuda de seu conselheiro, fazer uma apresentação, debate ou encenação para seu Clube ou unidade sobre as doenças tropicais estudadas nesta especialidade.

Item prático.


Especialidade enviada pela desbravadora Thayres, obrigada! 


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